Grandha 21 Anos: Uma História de Paixão e Garra

Grandha Completa 21 Anos

Há 21 anos, um casal e seus três filhos tiveram um sonho. Este sonho não era simplesmente criar uma marca de cosméticos. Com muita união, aquela família sonhou em mudar a realidade de todo um mercado e transformar a percepção de profissionais e consumidores sobre o que é cosmético.

Família Martins nos primeiros anos da Grandha e do Grupo Mart'bel.

Família Martins em evento de 2001, nos primórdios da Grandha.

O sonho não era sobre glamour e fama; era sobre criar uma real conexão com cabeleireiros e mulheres que ansiavam pela valorização de suas próprias personalidades. O sonho era sobre um projeto educacional que pudesse agregar valor ao profissional como jamais antes e fazer dele o artista potencial que é; mestre de seu próprio futuro. O sonho era construir um projeto de vida que pudesse impactar milhares de outras famílias no Brasil e, talvez, no mundo todo.

Hoje, estes sonhos foram todos realizados. Agora te convidamos a olhar adiante e, com a mesma paixão e garra, sonhar os próximos 21 anos juntos conosco.

Grandha 21 Anos: Uma História de Paixão e Garra

Alopecia Androgenética e Casos Graves de Covid-19: Estudos Sugerem Ligação

Alopecia Androgenética e Gravidade de COVID-19: Estudo Cruzado no Peru

O objetivo deste estudo foi determinar a relação entre a gravidade do COVID-19 e a alopecia androgenética em pacientes internados no Serviço de Cirurgia do Hospital Honório Delgado Espinoza em Arequipa, Peru. Realizou-se um estudo transversal em pacientes do sexo masculino com diagnóstico de COVID-19, no qual foram coletados dados sobre alopecia, características clínicas, tratamento e evolução.

Ao todo, 98 pacientes foram incluídos; a idade média foi de 55 anos (variação de 18 a 89), 32,7% com comorbidades e 45,9% com alopecia androgenética. A gravidade da infecção por COVID-19 foi moderada a grave em 13,2% dos pacientes sem alopecia e em 88,9% dos pacientes com alopecia androgenética (p> 0,001). Na análise do modelo de regressão logística, os pacientes com alopecia apresentaram maior risco de apresentar sintomas moderados a graves devido à infecção por SARS-CoV-2 (OR: 80,2; IC: 95% 16,2-397,7). Em conclusão, a gravidade da infecção foi estatisticamente significativa em pacientes com mais de 60 anos e aqueles com alopecia androgenética.

Tratamento e Evolução dos Pacientes

No total, 57,1% dos pacientes necessitaram de terapia com oxigênio. Entre eles, os pacientes sem alopecia (24,5%) foram significativamente menores do que aqueles com alopecia (95,6%), (p <0,001). Do total de pacientes que receberam suporte de oxigênio, 73,2% possuíam máscara com reservatório, 13,3% cânula nasal e apenas dois necessitaram de ventilação mecânica. O tempo de internação hospitalar foi menor ou igual a 7 dias em 28,6% dos pacientes, entre 8 e 14 dias em 21,4% e maior que 14 dias em 50% dos pacientes. Entre os pacientes internados por mais de 14 dias, aqueles sem alopecia (32,1%) foram significativamente menores do que aqueles com alopecia (71,1%) (p <0,001).

Na data da avaliação, 55,1% dos pacientes tiveram alta hospitalar, 11,2% faleceram, 6,1% dos pacientes ainda estavam internados com evolução desfavorável, 27,6% ainda estavam internados com boa evolução. O paciente falecido apresentou diferença significativa de acordo com o estado de alopecia: 1,9% sem alopecia e 22,2% com alopecia, respectivamente (p <0,001). As causas dos óbitos foram principalmente por pneumonia, seguida por septicemia.

Há Alguma Explicação Para Essa Relação?

“Compreender os mecanismos que levam à suscetibilidade do hospedeiro oferece uma oportunidade de intervenções farmacológicas para proteger indivíduos vulneráveis. Propusemos que a sensibilidade a andrógenos está associada à infecção por síndrome respiratória aguda grave do coronavírus 2 (SARS-CoV-2), possivelmente por meio da protease transmembrana serina 2 promovida por andrógeno (TMPRSS2)” [5].

De forma mais simplificada, o estudo sugere que o coronavírus causador do Covid-19 “se utiliza” de hormônios androgênicos como catalisadores para o agravamento da doença. A principal linha do estudo é que os homens calvos, que apresentam calvície como consequência de maior sensibilidade aos andrógenos, podem ser mais suscetíveis a casos graves do Covid-19 pelo mesmo motivo.


Referências:
[1] Arenas M.A.S., Urology Service of Hospital Regional Honorio Delgado, Arequipa, Peru;
[2] Carpio-Toia A.M. del, Vice-rectorate of Research, Faculty of Human Medicine, Graduate School, Universidad Católica de Santa María, Arequipa, Peru;
[3] Galdos, J.A., Public Health and Infection Research Group, Faculty of Health Sciences, Universidad Tecnologica de Pereira, Pereira, Risaralda, Colombia;
[4] Rodriguez-Morales, A.J., Grupo de Investigación Biomedicina, Faculty of Medicine, Fundación Universitaria Autónoma de las Américas, Pereira, Risaralda, Colombia;
[5] Wambier C.G., Goren A. Severe acute respiratory syndrome coronavirus 2 (SARS-CoV-2) infection is likely to be androgen mediated. J Am Acad Dermatol. 2020;83:308–309.

Como Conhecemos os Benefícios de Óleos Essenciais Específicos?

Dos Benefícios de Óleos Essenciais

Nos dias de hoje, sabemos dos benefícios de óleos essenciais e estamos acostumados com a ideia relativamente recente de que drogas ou componentes específicos podem ser extraídos de plantas ou outras fontes naturais para os mais diversos usos contra doenças ou condições do organismo. Após diversos testes comprobatórios em laboratório, por exemplo, sabemos que o óleo essencial de funcho doce é indicado para a redução de apetite e auxílio à digestão.

A questão mais intrigante aqui é: geralmente, propriedades como essa não são descobertas ao acaso num determinado óleo; o profissional já vai ao laboratório com a intenção de comprovar uma determinada aplicação que o óleo aparentemente possui. Ora, mas de onde vem essa informação prévia? Quem poderia saber, antes de qualquer teste científico, que o óleo de funcho doce pode auxiliar a digestão?

Conhecimentos Antigos dos Benefícios de Óleos Essenciais

A resposta para este enigma é bastante simples: os pesquisadores geralmente buscam informações com curandeiros ou pessoas que recebem, geração após geração, conhecimentos populares de uso medicinal de plantas. Em muitíssimo casos, pesquisas com óleos essenciais e muitos remédios sintéticos começam assim: “dizem que tal planta é usada em tal lugar, para tratar tal condição”. Assim, estabelece-se um ponto de partida.

Papiro Ebers

Escrito por volta de 1550 a.C., o Papiro Ebers contém diversas receitas de uso de plantas e alimentos para fins medicinais.

Às vezes, a informação é antiga e misteriosa, como o Papiro Ebers. Datado de 1550 a.C., o Papiro Ebers é um tratado egípcio encontrado junto a uma múmia no século 19. Dentre diversas fórmulas mágicas, há também uma descrição consideravelmente precisa do sistema circulatório e diversas composições de remédios populares para diversos tipos de enfermidades conhecidas naquela época. Um material de enorme valor. No Papiro Ebers, há menções sobre formas de se livrar de vermes intestinais, acalmar as pessoas, melhorar o apetite, etc. Os médicos da época não tinham uma compreensão bioquímica em nível molecular do que faziam, mas conheciam os efeitos positivos do uso de ervas e outros componentes naturais apenas observando seus pacientes. Afinal, plantas e alimentos eram as únicas ferramentas que possuíam.

Equilíbrio Entre Conhecimentos Científico e Popular

Hoje, existem muitos livros que detalham quais componentes ativos existem em cada óleo. É claro que essas informações se originam e confirmam em laboratórios, com todo o rigor científico necessário. No entanto, o papel do conhecimento popular é fundamental, especialmente no bom desenvolvimento e aplicação de óleos essenciais. O conhecimento popular fornece informações consistentes do que parece funcionar ou não ao longo dos séculos. Muitas vezes, já com essa informação em mãos, a função do conhecimento científico é compreender como se dá o funcionamento de tal prática.

Óleo essencial de tomilho é usado no combate a parasitas intestinais no Japão há séculos.

Óleo essencial de tomilho é usado no combate a parasitas intestinais no Japão há séculos.

A propósito, o fascinante é que muitas das informações do Papiro Ebers e outras informações médicas de outras partes do mundo estão sendo comprovadas por testes médicos hoje. O óleo essencial de tomilho, por exemplo, foi testado para avaliar seus efeitos em parasitas intestinais contraídos no Japão, uma nação que come grandes quantidades de peixe cru e, portanto, está sempre muito suscetível a este problema. Com a aplicação do óleo de tomilho, todos os parasitas na placa de Petri foram destruídos. Nem um único parasita continuou presente depois que o óleo foi deixado por apenas algumas horas. Como os antigos japoneses já detinham este conhecimento séculos atrás? Eles observaram. E agora nós testamos suas observações para compreender as reais funcionalidades e mecanismos de cada óleo essencial.


Referências:
[1] KOWALCZYK, Adam. Thymol and Thyme Essential Oil – New Insights into Selected Therapeutic Applications. 2020.
[2] YOUSSEFI, Mohammad Reza. In Vitro and In Vivo Effectiveness of Carvacrol, Thymol and Linalool against Leishmania infantum. 2019.

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