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Grandha e a Bocha Paralímpica

Grandha patrocina a atleta de bocha paralímpica Evani Calado, medalhista de ouro nas Paralimpíadas Rio-2016 e brigando novamente pelo lugar mais alto do pódio nos jogos de Tóquio-2020.




Evani Soares da Silva Calado | Paratleta Grandha

Modalidade: Bocha Paralímpica
Classe: BC3
Data de Nascimento: 21/11/1989
Natural de: Garanhuns, PE
Profissional desde: 2010
Clube: APTS (SP)

Principais Conquistas: Medalha de ouro por pares, nas Paralímpiadas Rio-2016. Ouro por pares na Copa América em 2017 e 2019. Prata individual na Copa América em 2017 e 2019. Ouro por pares no Open Mundial em 2018. Ouro no Brasileiro de Pares e equipes em 2015. Campeã Brasileira Individual 2019.

Histórico da Atleta

Com Paralisia Cerebral, falta de oxigênio na hora do parto e deslocamento de quadris. Evani Soares conheceu um pouco da Bocha no primeiro ano do ensino médio, através de um professor de educação física, a princípio não gostou muito, só praticou no improviso para ganhar nota.

Dois anos depois, entrou na faculdade, e por incrível que pareça lá tinha um projeto da faculdade com o seu clube de inclusão social através da Bocha. Ali, Evani foi só para conhecer mesmo, até porque, nunca tinha imaginado praticar um esporte, a mãe insistiu muito para ir outras vezes, até que acabou recebendo o convites de seu atual técnico e do presidente daquela época!

Sua primeira competição foi o “Troféu Sérgio Del Grande”, onde conheceu em quadra o Antônio Leme, e ele a fez se apaixonar pela Bocha, por ter visto as dificuldades maiores que as suas e vencer o jogo por 17×0. Ali foi onde decidiu que seria uma atleta profissional.

Bocha Paralímpica

Praticada por atletas com elevado grau de paralisia cerebral ou deficiências severas, a bocha paralímpica só apareceu no Brasil na década de 1970. A competição consiste em lançar as bolas coloridas o mais perto possível de uma branca (jack ou bolim). Os atletas ficam sentados em cadeiras de rodas e limitados a um espaço demarcado para fazer os arremessos. É permitido usar as mãos, os pés e instrumentos de auxílio, e contar com ajudantes (calheiros), no caso dos atletas com maior comprometimento dos membros.

A modalidade teve um antecessor nos Jogos Paralímpicos: o Lawn Bowls, uma espécie de bocha jogada na grama. E foi justamente no lawn bowls que o Brasil conquistou sua primeira medalha em Jogos: Róbson Sampaio de Almeida e Luiz Carlos “Curtinho” foram prata nos Jogos de Toronto, no Canadá, em 1976. Nos Jogos Paralímpicos Rio 2016, o Brasil encerrou com duas medalhas: um ouro nos pares BC3, com Antonio Leme, Evelyn de Oliveira e Evani Calado, e uma prata nos pares BC4, com Eliseu dos Santos, Dirceu Pinto e Marcelo dos Santos.

Divisão por Classes na Bocha Paralímpica

Todos os atletas da bocha competem em cadeira de rodas. Na classificação funcional, eles são divididos em quatro classes, de acordo com o grau da deficiência e da necessidade de auxílio ou não. No caso dos atletas com maior grau de comprometimento, é permitido o uso de uma calha para dar mais propulsão à bola. Os tetraplégicos, por exemplo, que não conseguem movimentar os braços ou as pernas, usam uma faixa ou capacete na cabeça com uma agulha na ponta. O calheiro posiciona a canaleta à sua frente para que ele empurre a bola pelo instrumento com a cabeça. Em alguns casos, o calheiro acaba sendo a mãe ou o pai do atleta.

A classe da paratleta Grandha, Evani Calado, é a BC3. Com deficiências severas, os paratletas da classe BC3 usam instrumento auxiliar e podem ser ajudados por outra pessoa.


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