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Dermatite seborreica tem maior incidência no tempo frio.

Dermatite Seborreica: Nas Estações Frias, a Patologia é Mais Comum

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Tempo Frio e Seco e Dermatite Seborreica

Nesta época do ano, quando o frio começa a vir com mais força em várias partes do Brasil, os casos de dermatite seborreica aumentam bastante. São muitos os clientes que chegam aos salões e clínicas com esta patologia do couro cabeludo.

Os dias secos são favoráveis para o aumento dos casos de dermatite seborreica, mas alguns fatores são ainda mais importantes para contribuir com este aumento. O primeiro ponto é a diminuição da lavagem dos cabelos, o que favorece a proliferação de fungos Malassezia. Soma-se ainda à lavagem menos recorrente o uso de água excessivamente quente. É bastante provável que, nestas condições, a água cause ou favoreça irritação e desidratação do couro cabeludo.

Cabelos Cacheados e Dermatite Seborreica

Mais um fator chama a atenção para o aumento deste caso, especialmente em cabelos crespos e cacheados. Isto ocorre principalmente devido ao grande acúmulo de cremes sem enxágue nas mechas e a baixa frequência de higienização. O agravante neste público ainda se dá pela divulgação por parte de algumas influenciadoras digitais que, sem embasamento, recomendam o uso de xampus sem sulfato.

Tea Tree Up Ice Shampoo para o tratamento de dermatite seborreica.

Tea Tree Up Ice Shampoo é indicado para o tratamento de dermatite seborreica.

Para ajudar este público a diminuir e combater este problema, geralmente recomendo o uso de um produto à base de ácido salicílico e melaleuca; estou falando do higienizante Purifier Pré-Shampoo. Outros itens importantes para os cuidados são os óleos essenciais de melaleuca, capim limão, cravo e cedro. A fototerapia também é um recurso importante nos cuidados desta patologia, assim como a ozonioterapia.

Cuidado em Casa

Além de tudo isso, é muito importante usar os produtos adequados e com as aplicações devidas em casa. O tratamento contínuo, no dia a dia, é o melhor remédio para os cabelos. Por isso, devemos nos atentar à recomendação do home care ideal. Para estes casos, em especial, indico o xampu Fito Capillus Up Ice Tea Tree Anticaspa ou a linha Dry Confort, de Flores & Vegetais.


Leandro Ferreira é membro da Equipe Técnica Grandha, graduado em terapia capilar, pós-graduado em tricologia, pós-graduando em biofotônica e coordenador do salão Mix Mania Cabeleireiros em Campinas, SP.

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Como escolher o óleo essencial certo para cada situação.

Saiba Como Escolher o Óleo Essencial Certo Para Cada Situação

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Como Escolher o Óleo Essencial Certo?

Os óleos essenciais possuem uma concentração molecular muito particular e uma densidade que fazem destes produtos medicamentos muito interessantes, muitas vezes entregando resultados visíveis imediatamente, já na primeira aplicação.

Se você tem um sintoma ou patologia em que você precise escolher um óleo, confie o seu nariz. O nariz está ligado à intuição. É um primeiro aspecto da seleção do óleo essencial, porque a intuição olfativa está diretamente conectada à resolução do próprio problema, de acordo com Dominique Baudoux [1].

Porém, é importante se atentar ao fato de que apesar de naturais, os óleos essenciais podem ser bastante tóxicos se aplicados em medidas inadequadas.

Os principais riscos estão relacionadas à saúde dos tecidos cutâneos, já que muitos óleos podem “queimar” a pele, por suas características cáusticas. Isso não significa que estes óleos sejam nocivos e precisem ser evitados; significa apenas que devemos diluí-los adequadamente em algum óleo vegetal adequado para o caso em questão.

Como Se Atesta o Funcionamento do Óleo Essencial em Cada Caso?

Segundo Baudoux, a melhor maneira de compreender e escolher bem o óleo essencial adequado para cada situação, o mais importante é fazer uma análise das propriedades das moléculas presentes em cada óleo essencial.

Por exemplo, o óleo essencial de bergamota faz parte do grupo das cumarinas – metabólicos secundários encontrados em diversas plantas – , que possuem efeitos positivos como calmante, hipotensor e anticoagulante. Os óleos essenciais do grupo dos cumarinos atuam especialmente sobre o sistema nervoso através de moléculas – dentre outras – como a angelicina e o bergapteno.

Além dessa aplicação medicamentosa, os óleos essenciais são fontes de energia quando aplicados para casos bastantes específicos e, por isso, são utilizados há gerações na prática de acupuntura, massagem e outros cuidados de saúde, beleza e bem-estar.

Uma terceira via de funcionamento dos óleos essenciais é o que Dominique Baudoux chama de função “mensageira”, veiculada pela fragrância captada pelo neuro-receptores que desencadearão respostas emocionais para combater problemas de ansiedade, depressão, etc.

Conclusão

A escolha do óleo essencial certo para cada situação é um processo bastante complexo e que depende de uma análise detalhada de uma grande variedade de fatores técnicos, incluindo a condição do organismo que receberá o tratamento. Portanto, a escolha do óleo essencial certo depende de uma análise que deve necessariamente ser realizada por um profissional habilitado e experiente.


Referência:
[1] BAUDOUX, Dominique. Aromathérapie: Les nouveaux chemins de la santé. 2017.


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Óleos essenciais e essências: o que são e como são produzidos?

Óleos Essenciais e Essências: O Que São e Como São Produzidos?

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Diferença Entre Óleos Essenciais e Essências

Um óleo essencial é um extrato aromático dos órgãos de uma planta aromática submetida a destilação por arraste de vapor de água. O óleo essencial é, portanto, uma essência destilada. Uma essência é um extrato aromático obtido por prensagem mecânica a frio apenas das raspas de frutas da família Citrus. Uma essência é, portanto, uma essência prensada que não foi destilada.

A aromaterapia científica e médica pode ser definida da seguinte maneira: uso de óleos essenciais quimiotipados e essências de plantas aromáticas por via de administração oral, bucal, respiratória, olfativa, atmosférica, cutânea, retal, vaginal, ótica e nasal para para fornecer cuidados adicionais, preventivos ou curativos para uma ampla gama de várias doenças em humanos, animais e plantas, tanto em termos de destruição de focos infecciosos patogênicos quanto no manejo de um grande número de distúrbios sintomáticos característicos dessa condição.

Prensagem Mecânica a Frio

A prensagem mecânica a frio é o método mais simples, mas infelizmente o mais limitado. Consiste, de fato, em quebrar mecanicamente os “bolsões de essência” das raspas de frutas cítricas frescas (todas as frutas cítricas) para coletar a essência. O produto obtido é denominado “essência” e não “óleo essencial”, porque não houve modificação química ligada a solventes ou ao vapor d’água. Existe, portanto, uma semelhança bioquímica entre a essência da fruta e aquela obtida após a prensagem.

Destilação por Arraste de Vapor d’Água

A destilação do vapor d’água, conhecida desde a antiguidade, transmitida pelos árabes e aperfeiçoada pelos habitantes de Provença, é um processo que utiliza a incorporação de substâncias aromáticas por meio do vapor d’água.

O processo relativamente recente, denominado “destilação por arraste de vapor d’água” traz uma melhoria definitiva na qualidade dos produtos obtidos ao minimizar as alterações hidrolíticas (em particular dos ésteres) associadas ao processo de destilação tradicional. A instalação possui caldeira a vapor separada do destilador.

Na saída do refrigerador (com circulação de água fria) onde os vapores se condensam, a água destilada e a essência (mais leve que a água) que agora já se tornou óleo essencial, separam-se. Essa mudança de denominação justifica-se plenamente porque sob a ação do oxigênio, da água, do vapor d’água e da temperatura, as moléculas aromáticas da essência sofrem várias modificações (oxidações, hidrólises, reestruturação), mínima em alguns casos, significativa em outros.

Óleo Essencial de Alecrim, Alkymia di Grandha.

Óleo Essencial de Alecrim Alkymia di Grandha.

A destilação por arraste de vapor d’água agora substitui a destilação a fogo aberto, que usava um único tanque no qual a planta era imersa em água antes do aquecimento. Durante a fervura, o vapor d’água era carregado com moléculas aromáticas voláteis que se condensavam, passando por uma serpentina da qual fluíam o óleo essencial e a água de destilação. Essa técnica antiga não é mais usada para a produção de óleo essencial de qualidade. Na verdade, esse processo gera mais modificações bioquímicas dentro do óleo essencial.

A maioria dos óleos essenciais é obtida por destilação a vapor, sem descalcificador químico e sob baixa pressão. O processo consiste em fazer com que o vapor d’água passe por um tanque cheio de plantas aromáticas. Ao sair do tanque e sob pressão controlada, o vapor d’água enriquecido com moléculas aromáticas voláteis passa por uma serpentina, onde se condensa. Na saída, um essencier coleta a água e o óleo essencial. A diferença de densidade entre os dois líquidos permite uma separação fácil.


Referência:
BAUDOUX, Dominique. Aromathérapie: Les nouveaux chemins de la santé. 2017.


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