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Melasma: como tratar manchas na pele com óleos essenciais e argila.

Melasma: Como Tratar Manchas Na Pele Com Óleos Essenciais e Argilas

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O Que é Melasma?

O melasma e o fotoenvelhecimento são queixas dermatológicas frequentes nas clínicas de estéticas e nos consultórios dermatológicos (Cesar, et al., 2018). Para Pinto e colaboradores (2015), o Melasma é definido como uma hipermelanose comum, adquirida, simétrica, caracterizada por máculas acastanhadas, mais ou menos escuras, de contornos irregulares, com limites nítidos nas áreas fotoexpostas, especialmente face, fronte, têmporas e, mais raramente, nariz, pálpebras, mento e membros superiores.

O Que Causa o Melasma e Quem é Mais Acometido?

O melasma afeta ambos os sexos, com maior incidência em mulheres, especialmente gestantes. Ocorre em todas as raças, particularmente em indivíduos com fototipos intermediários, que vivem em áreas com elevados índices de radiação ultravioleta (UV). Apesar de sua etiopatogenia não ser inteiramente conhecida, múltiplos fatores estão envolvidos, especialmente a influência hormonal associada à gravidez, contraceptivos orais, terapia de reposição hormonal, radiação ultravioleta A e B, predisposição genética, drogas fototóxicas, anticonvulsivantes e disfunção tireoidiana (Pinto, et al., 2015)

Trata-se de uma alteração cutânea facilmente observada ao exame clínico, porém, apresenta uma cronicidade característica, com recidivas frequentes e grande refratariedade aos tratamentos existentes. Como é uma queixa frequente na população geral, gera grande impacto na qualidade de vida dos pacientes e movimenta grandes esforços da pesquisa clínica e farmacêutica no desenvolvimento de tratamentos (Miot, et al., 2009).

Melasma e Óleo de Gerânio

O óleo essencial de gerânio é produzido a partir da destilação a vapor das folhas da Pelargonium graveolens, uma espécie de planta originária da África do Sul que vem conquistando admiradores ao redor do mundo, sendo largamente cultivada em países como a França, Japão, China, Espanha, Egito, Marrocos e Itália. É uma planta associada à essência da mulher e à expressão feminina.

Sua constituição química apresenta geraniol e ésteres, que lhe confere aroma mais floral e similar ao da rosa. Trata-se de um óleo delicado e de alto valor agregado. Confere à pele facial maciez aveludada, hidratação prolongada e clareamento. Pode ser diluído nos óleos vegetais de jojoba ou abacate, para tratamento de peles secas, envelhecidas, desvitalizadas. Auxilia no clareamento da pele e age como anti-aging, principalmente nos tratamentos faciais.

Mulher trata melasma com argila branca.

A argila branca é especialmente indicada para peles mais sensíveis.

Tratamento Com Argilas

As argilas são preparações cosméticas antigas e de origem mineral. Em suas composições são encontrados composto de minerais, também chamados de oligoelementos como magnésio, alumínio, ferro, silício, titânio, cobre, zinco, cálcio, fósforo, potássio, entre outros.

A argila branca, um clássico da argiloterapia, contém maior percentual de alumínio e é composta principalmente por sílica, mineral de extrema suavidade e alta compatibilidade com a pele e com o couro cabeludo. É refinada e com toque sedoso, aveludado e refrescante, proporciona sensação de bem-estar. Indicada para preparo de máscaras faciais, máscaras e capilares. É a mais leve de todas as argilas, indicada para peles sensíveis e desidratadas e também nos tratamentos faciais clareadores.

Sugestões de Protocolos Para Melasma

Protocolo 1

A 5 g de argila branca acrescente quantidade suficiente para preparo da máscara de Amino Acqua Infusion Therapy ou água termal;

Protocolo 1

1 gota de óleo essencial de gerânio e 2 ml de óleo vegetal de jojoba ou abacate.


Referências:
[1] César FCS, Martini APM, Issa MCA, Campos PMBGM. Estudo-piloto da pele fotodanificada e do melasma pela microscopia confocal de reflectância.Surg Cosmet Dermatol. Rio de Janeiro v.10 n.2 abr-jun. 2018 p. 127-31.
[2] Pinto CAS, Delfes MFZ, Reis LM, Garbers LE, Torre DS, Passos PCVR. Uso do pycnogenol no tratamento do melasma. Surg Cosmet Dermatol 2015;7(3):218-22.
[3] Miot LDB, Miot HA, Silva MG, Marques MEA. Fisiopatologia do melasma. An Bras Dermatol. 2009;84(6):623-35


Doutora Erica Bighetti, autora do Blog Grandha.

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18-MEA é lipídeo importante para a fibra capilar.

18-MEA: Lipídio Muito Importante Para a Fibra Capilar

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18-MEA: Lipídio Essencial Para os Cabelos

Você certamente já ouviu falar do 18-MEA, um lipídio que fica aderido à superfície da fibra capilar. Mas você sabe por que ele é tão importante para os nossos cabelos? O 18-MEA é um ácido graxo de cadeia carbônica longa, fortemente ligado à camada mais externa da cutícula. Sua presença torna a superfície da fibra mais hidrofóbica, retardando a penetração da água no fio e preservando suas propriedades como penteabilidade, proteção, etc.

18-MEA Age Contra a Porosidade nos Fios

O 18-MEA é um lipídio que funciona como um lubrificante, diminuindo o atrito entre os fios. Sua ausência influencia a percepção sensorial dos cabelos, tornando-os secos ao tato ou apresentando dificuldade no pentear [1,2]. Procedimentos de transformação química, bem como o manuseio comum no dia-a-dia, como lavar e escovar, podem causar a perda destes e outros lipídios, tornando os cabelos mais porosos.

Uma vez removidos, a fibra fica com maior afinidade com a água – torna-se mais hidrofílica – e, por consequência, com outros produtos cosméticos. Ainda, o interior da fibra – córtex – fica mais suscetível a danos [2,3]. Na prática, isto significa que sem essa barreira lipídica, a velocidade de reação tende a aumentar nos procedimentos químicos, podendo danificar mais a fibra além da perda de lipídios que já se deu.

Mulher asiática escova cabelo com produto com 18-MEA.

Sem a barreira lipídica do 18-MEA, a velocidade de reação tende a aumentar nos procedimentos químicos e isso pode danificar a fibra capilar.

Diminuição de 18-MEA em Cabelos Coloridos e Descoloridos

Estudos demonstram que procedimentos como clareamento e coloração promovem a diminuição do nível de 18-MEA com o aumento da quantidade de ácido cisteico. Este ácido se origina da oxidação química da cistina, um aminoácido que contribui para a resistência mecânica e elasticidade dos nossos cabelos. Este dano é cumulativo, à medida em que o cabelo é submetido a descolorações e procedimentos subsequentes.

Pensando nisto, fica fácil entender por que a ausência do 18-MEA também promove alterações nas propriedades mecânicas dos nossos cabelos, como aumento da fragilidade e da quebra [2]. Ainda, os níveis de lipídios nos fios – mesmo naqueles não tratados quimicamente – diminuem na extremidade mais próxima à raiz – mais lipídio – e as pontas – menos lipídio. Isto ocorre na direção à ponta do cabelo, onde os efeitos diários do desgaste se acumulam [4].

Conclusão

Por isso, para manter a saúde capilar, é muito importante o uso de produtos que repõem esta estrutura lipídica protetora e ainda, como consequência, compensem outras perdas que naturalmente ocorrem ao longo do dia. Muitos cosméticos, dentre eles os condicionadores e finalizadores, procuram mimetizar (imitar) esta barreira lipídica tão essencial para a integridade dos nossos fios. Como o desgaste diário ocorre em todos os tipos de cabelos, isso vale também para os cabelos naturais.

Protocolos Sugeridos

Cabelo Poroso e/ou Descolorido

Higienização do couro cabeludo: Shampoo D.Tox
Higienização da haste: Shampoo Straight
Condicionamento: Condicionador Straight
Finalização: Out Frizz e Building Fiber

Cabelos Cacheados Tipo 4

Higienização do couro cabeludo e haste: Shampoo Co-Washing
Condicionamento: Máscara T4 Mask
Finalização: Leave-on T4 ou Liquifying Oil Vector


Referências:
[1] CR Robbins. Chemical and physical behavior of human hair. New York: Springer-Verlag 2012.
[2] Y Masukawa, H Tsujimura, H Tanamachi, H Narita, G Imokawa. Damage to Human Hair Caused by Repeated Bleaching Combined with Daily Weathering during Daily Life Activities. Exog Dermatol 2004;3:273–281.
[3] R Kon, A Nakamura, N Hirabayashi, K Takeuchi. Analysis of the damaged components of permed hair using biochemical technique. J Cosmet Sci 1998; 49:13–22.
[4] CR Robbins, Kelly CH. Amino acid composition of human hair. Text Res J 1970; 40:891–896.


Dra. Cibele Lima é autora do Blog Grandha.

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Micose de unha: como tratar onicomicose com óleos essenciais.

Micose de Unha: Como Tratar Onicomicose Com Óleos Essenciais

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Onicomicose: Micose de Unha

Conhecida popularmente como micose de unha, a onicomicose atinge geralmente a população adulta e é rara na infância. Trata-se de uma infecção que acomete as lâminas ungueais e tecidos ao seu redor. Causada por leveduras, fungos filamentosos não-dermatófitos e fungos dermatófitos – um tipo de fungo filamentoso que se vale da queratina como fonte nutricional. Este tipo de fungo também pode causar micoses em outras regiões dos tecidos cutâneos.

As alterações causadas pela onicomicose podem trazer constrangimentos, impactando a vida social, o trabalho e as relações psicossociais em muitas pessoas que sofrem com ela, por sentirem vergonha do aspecto estético das unhas. O impacto da onicomicose na qualidade de vida, fazendo uma revisão na sistemática da literatura disponível atual para avaliar os ensaios clínicos randomizados, revelam um impacto psicológico e psicossocial em até 92% das pessoas (Gupta, Aditya K. e MAYS, R. Rachel – outubro 2018 PUBMED).

Características da Micose de Unha

Suas manifestações clínicas podem apresentar alterações no espessamento da lâmina e descolamento no seu leito, deixando-a oca e facilitando acúmulo de material sob a unha. Pode haver ocorrências de manchas brancas – leuconíquia –, deformidades, odor desagradável e, em algumas variações, podem ocasionar inflamação no contorno da lâmina, com precipitação de edemas, desconfortos, elevação da temperatura local, prurido e eritema.

Suas variações estão caracterizadas em diversas formas clínicas:

  • Onicomicose Subungueal Distal e Lateral (OSDL), Onicomicose Subungueal Proximal (OSP), Onicomicose Superficial Branca (OSB), Onicomicose Distrófica Total (ODT). Anais Brasileiros de Dermatologia vol. 78 nº 3 Rio de Janeiro May/June 2003;
  • Onicomicose Endonix (OE), VARELLA BRUNA, Maria Helena (OM);
  • Onicoatrofia, Onicogrifose, Onicofose, FERREIRA, Eidimara – 2017.

Situações que podem ocasionar infecção

Ambientes quentes e úmidos favorecem meio de cultura para fungos, típico de calçados fechados, que além de ocasionar traumas, proporcionam aos pés calor e umidade, no entanto, alguns outros fatores podem facilitar ou atuar como mecanismos de contaminação.

Ação Preventiva

É sempre importante lembrar que se trata de uma infecção contagiosa e que alguns cuidados de higiene são muito importantes: evitar mecanismos de pré-disposições, não compartilhar objetos pessoais – principalmente de cuticulação –, evitar andar descalço em ambientes públicos e úmidos, além dos cuidados com agentes irritativos, corrosivos e ou duvidosos, etc.

Cuidados

Dentre os cuidados terapêuticos paliativos, o uso de óleos essenciais e vegetais, na aromaterapia, podem contribuir na desinfecção e regeneração, por apresentarem algumas propriedades químicas que lhes conferem ações reguladoras e inibitórias, favorecendo o restabelecimento das disfunções causadas nos tecidos ao contorno da unha e o controle da proliferação excessiva de alguns fungos.

É Preciso Paciência no Tratamento da Micose de Unha

Os tratamentos da micose de unha são, em geral, delongados e exigem de quem está submetido ao tratamento disciplina e dedicação, devido ao crescimento lento das lâminas ungueais, que podem levar até 12 meses até sua total renovação. É preciso, principalmente, disciplina terapêutica. É também de extrema importância o diagnóstico de um médico especialista, para identificação do padrão de infecção das unhas e o correspondente tratamento, já que a infecção pode ocorrer por tipos diferentes de microrganismos e, assim, poder complementar com as ações terapêuticas dos óleos essenciais e vegetais.

Micose de unha: como tratar onicomicose com óleos essenciais.

É preciso paciência no tratamento da micose de unha.

A sinergia de óleos essenciais é de fundamental importância, haja visto que a micose de unha não é causada somente por um tipo específico de fungo, o que implica uma variedade de características conforme a explicação acima. Dentre os óleos essências e os carreadores/ativos de sua propriedades – óleos vegetais –, gostaria de destacar:

Óleo Essencial de Melaleuca

Melaleuca Alternifólia – Conhecida mundialmente por suas propriedades inibitórias, antimicrobianas e cicatrizantes. Segundo pesquisas, possui entre seus componentes um monoterpeno, o Terpinen-4-ol, que atua na indução da perda da membrana da célula do microrganismo, interferindo em sua integridade e fisiologia.

Óleo Essencial de Tomilho

Thymus Vulgaris Flowers/Leaf Oil – Várias pesquisas citam as propriedades inibitórias de alguns tipos específicos de fungos e leveduras sob a ação dos compostos Timol e o Carvacrol, presentes neste óleo essencial.

Óleo Essencial de Cravo Folha

Eugenia Caryaphyllus – Apresenta caraterísticas que podem favorecer as ações terapêuticas no cuidado de onicomicoses, possui em sua composição Eugenol (espectro fungicida e antibacteriana). “ A sua ação bactericida , é devido a sua alta penetrabilidade na membrana citoplasmática, promovendo seu rompimento e aumentando sua permeabilidade não específica, desta forma gerando um extravasamento do conteúdo celular e posterior morte da bactéria”. Affonso, R. S. et. al.

Óleo Vegetal de Semente de Uva

Vitis Vinífera Seed Oil – Rico em Vitamina E (tocoferol), Ômega 3 (ácido linolênico), Ômega 6 (ácido linoleico) e Ômega 9 (ácido oleico), que conferem a este óleo propriedades antioxidantes, hidratantes, emolientes e regeneradoras da pele, favorecendo a melhora da condição do tecido ao contorno da lâmina ungueal (unha).

Óleo Vegetal de Rosa Mosqueta

Rosa Canina Fruit Oil – Este óleo é amplamente utilizado em aplicações terapêuticas por apresentar uma quantidade elevada de ácidos graxos e vitaminas – ômega 6, ômega 9, vitaminas A,E e C –, que lhe conferem propriedades que favorecem a regeneração dos tecidos cutâneos e amenizam os efeitos dos radicais livres sobre a pele e seus anexos.

Sugestões de Protocolos Complementares Semanais

Preparação Para Micose de Unha 1

Higienizar o local com Body Soap Eucalyptus, da linha Fito Capillus, secar a região e complementar a higienização com álcool 70º. Aguardar total secagem para aplicação do blend de óleos sobre a lâmina ungueal e seus contornos. Tempo estimado de residência: 10 minutos.

Blend

5 ml de Óleo Vegetal de Semente de Uva;
2 ml de Óleo Vegetal de Rosa Mosqueta;
1 gota de Óleo Essencial de Melaleuca;
1 gota de Óleo Essencial de Tomilho;
1 gota de Óleo Essencial de Cravo Folha.

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Em algumas situações, a presença de leveduras pode ocasionar distúrbios nos tecidos ao redor das unhas, entre eles processos inflamatórios, dor, edemas, descamação, etc. Cuidar destes sintomas juntamente com a inibição de microrganismos, além de favorecer o restabelecimento destas disfunções, também proporcionará bem-estar ao paciente.

Preparação Para Micose de Unha 2

Usar a mesma prática de higienização do protocolo anterior.

Blend

4 ml de Óleo Vegetal de Semente de Uva;
2 ml de Óleo Vegetal de Rosa Mosqueta;
2 ml de Óleo Vegetal de Abacate – anti-inflamatório;
1 gota de Óleo Essencial de Melaleuca – antifúngico;
1 gota de Óleo Essencial de Tomilho;
1 gota de Óleo Essencial de Cravo Folha;
1 gota de Óleo Essencial de Lavanda Francesa – anti-inflamatório;
1 gota de Óleo Essencial de Limão Siciliano – tônico, refrescante, antisséptico e analgésico local.

A adição dos óleos essenciais de Lavanda Francesa e Limão Siciliano na sinergia deste protocolo torna-o ainda anti-inflamatório, tônico, refrescante, analgésico e estimulante circulatório local.

IMPORTANTE: Não expor a área submetida com esta sinergia à luz solar, pois o Óleo Essencial de Limão Siciliano apresenta propriedades foto-tóxicas.

Preparação Para Micose de Unha 3

Essa é uma sugestão de manutenção do tratamento entre as sessões semanais. Usar a mesma prática de higienização do protocolo anterior.

Diluir as 2 gotas do óleo essencial em 200 ml de água mineral, embeber a gaze nesta solução, aplicar sobre o local e deixar por 3 minutos. Em seguida, molhar a gaze novamente e repetir o processo mais 2 vezes.

Solução

200 ml de água mineral;
1 gota de Óleo Essencial de Melaleuca;
1 gota de Óleo Essencial de Palmarosa;
Substituir Palmarosa por Lavanda Francesa, se houver comprometimento nos tecidos ao redor das unhas.


Referências:
dermatologia.net/cat-doencas-da-pele/micose-das-unhas/
microbiologia.ufrj.br/portal/index.php/pt/destaques/novidades-sobre-a-micro/297-saiba-mais-sobre-as-micoses-de-unha
drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/onicomicose-micose-de-unha/
sbd.org.br/dermatologia/unhas/doencas-e-problemas/micose/93/
scielo.br/pdf/rsbmt/v40n5/a22v40n5.pdf
pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30410887/
scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0365-05962003000300006&lng=en&nrm=iso&tlng=pt
tede.upf.br/jspui/bitstream/tede/1324/2/2017EidimaraFerreira.pdf, https://drauziovarella.uol.com.br/doencas-e-sintomas/onicomicose-micose-de-unha/
ufsj.edu.br/portal-repositorio/File/coqui/TCC/Monografia-TCC-Regiamara_R_Almeida-20151.pdf


Thony Castro é educador Técnico Grandha, formado em Terapia Capilar pela Academia Brasileira de Tricologia e em Terapias BC pela Ask Education, atua há mais de 20 anos como profissional da beleza.

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