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Óleo de semente de uva Alkymia di Grandha em produção na Melk Cosméticos.

Profissionais da Grandha Falam Sobre Tendências Cosméticas ao CRQ IV

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Tendências Cosméticas nos Próximos Anos

Uma das áreas mais promissoras e pujantes da química na atualidade, a indústria de cosméticos foi tema de uma live promovida na noite de quinta-feira (11/02) pelo Conselho Regional de Química da 4ª Região (CRQ IV). O encontro virtual envolveu o especialista Celso Martins Junior, Diretor Técnico da Grandha e vice-presidente da Associação Brasileira de Tricologia, e Matheus Vieira, da Melk Cosméticos. Os profissionais da química discorreram durante uma hora e meia sobre o tema “Engenharia Cosmética 4.0”.

Foco em Qualidade

Celso Martins Júnior propõe que os profissionais da química envolvidos na indústria de cosméticos se engajem em favor da qualidade final dos produtos, o único diferencial que garante sucesso a longo prazo em um mercado competitivo.

“Nesses últimos três anos viajei bastante pra cumprir compromissos pelo mundo. Cada vez que se viaja, se volta com a percepção técnica revista e reconstruída. O termo engenharia cosmética 4.0 eu vi pela primeira vez em um evento em Barcelona, em 2012. De lá pra cá venho com isso tentando aplicar o que vi”, explicou.

Celso Martins Júnior estabeleceu ainda quatro pilares fundamentais da engenharia cosmética 4.0: qualidade, velocidade, sustentabilidade e inovação. Ele discorreu sobre cada um destes pilares e, em muitos deles, o conceito é bastante diferente do senso comum.

“Sustentabilidade, por exemplo, é importante destacar que a gente não está falando apenas de questões ambientais, a gente invade as outras áreas. Inclusive hoje eu acho mais importante focar nas tomadas de decisão. Se não houver uma visão de longo prazo, o projeto está sujeito a sofrer de erros primários como ter de correr atrás de dinheiro”, afirmou Martins Júnior, enfatizando que um bom projeto na área demanda inclusive a previsão de que ele seja “economicamente sustentável” para a indústria ao longo do tempo.

Ele fez ainda observações sobre o conceito de inovação, muito elástico no mundo atual.

“Inovação hoje em dia é uma palavra um pouco desgastada. Qualquer bobagem que se faz hoje algumas pessoas acabam chamando de inovação. O campo é vasto e pode ser classificado a invenção ou a aplicação nova de alguma coisa que já existe. Não se pode perder de vista essas duas caras onde a gente precisa se apoiar no horizonte industrial”, disse Martins Júnior.

Velocidade e Inovação

Em seguida, Matheus Vieira e Martins Júnior se aprofundaram na análise dos pilares, sempre fazendo paralelos sob a ótica da indústria e trazendo dicas e direcionamentos para inspirar os profissionais da química a se integrarem à nova realidade.

“Hoje, um profissional da área de controle de qualidade em cosméticos tem que saber de tudo, entender do funcionamento das máquinas, dominar os processos internos. É coisa muito séria e o químico moderno de cosméticos tem de ter esse conceito generalista”, disse.

Martins Júnior e Vieira concordaram que é necessário ao químico de hoje em dia ter extrema curiosidade e disponibilidade para pesquisar e estudar – conhecimentos sólidos sobre matérias-primas e suas capacidades, na busca por diferentes aplicações, são diferenciais que fazem o sucesso dos profissionais no chão de fábrica.

Eles abordaram então a questão da velocidade, que se refere à capacidade dos profissionais de estarem atentos às informações que surgem em grande quantidade. Martins Júnior alertou para as possibilidades abertas pelo conceito de Saúde Integrativa – entendimento muito em voga entre os profissionais de saúde e que se debruça não somente sobre as relações de doença e cura do corpo, mas se propõe a ir além envolvendo também questões de ordem espiritual e mental.

“Peguemos o caso da psoríase (uma doença de pele), que surge cada vez mais cedo pra quem tem propensão. A curva de aparecimento está aumentando muito. Isso vai desencadear uma quantidade enorme de gente com psoríase. O entendimento dessa conexão está direta… O cara de desenvolvimento faz o que com essa informação? Ele precisa ter coragem e precisa estudar mais a psoríase, os cosméticos.. Estudar outras coisas que estão além da sua atividade principal mas que tem relação direta com ela é a chave”, destacou Martins Júnior.


*Matéria originalmente publicada no portal CRQ-IV.


Óleo de Melaleuca e Alta Frequência no Controle do Fungo Malassezia Furfur

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Óleo de Melaleuca e Alta Frequência no Controle do Fungo Malassezia

O óleo de melaleuca ganhou destaque no início de fevereiro, quando a Dra. Erica Bighetti e o diretor técnico da Grandha, Celso Martins Junior, em conjunto com a docente Luciana U. dos Santos e a graduanda Bárbara L. Pincinato, tiveram um artigo publicado no livro “Ciênicas da Saúde: Campo Promissor em Pesquisa 9”, da Editora Atena.

O assunto do artigo, que corresponde ao capítulo 14 do livro, é “O uso de Alta Frequência e Óleo de Melaleuca no Controle do Fundo Malassezia furfur“. Confira agora alguns trechos fundamentais do artigo.

Introdução: Óleo de Melaleuca, Alta Frequência e Malassezia furfur

Malassezia pachydermatis é um micro-organismo muito frequente em otites caninas (BAPTISTA et al., 2010). Em humanos, espécies do fungo Malassezia fazem parte da microbiota da pele e, portanto, o equilíbrio populacional do fungo é fundamental para a saúde deste órgão. Assim, como em outros animais, quando em alta densidade populacional pode desencadear dermatites em humanos, sendo Ciências da Saúde: Campo Promissor em Pesquisa 9 Capítulo 14 133 frequentes em indivíduos HIV positivos (MORENO-COUTINO et al., 2019).

Um exemplo é a dermatite seborreica que, embora ainda não tenha sua causa definida, pesquisas sugerem que seu estabelecimento está associado a três fatores importantes: aumento de secreção de glândulas sebáceas, resposta imune do indivíduo e disbiose da pele (como aumento do fungo Malassezia spp.) (NETO et al., 2013; GOMES, 2015; SBD, 2018). Alterações climáticas, especialmente, o clima frio e seco é outro fator que desencadeia a piora dos sintomas (LIMA e COMARELLA, 2012).

Outro fator que leva ao fungo como possível causa da dermatite é o fato de que o processo inflamatório é reduzido quando administrado um produto fungicida ao tratamento, muitas dermatites (NETO et al., 2013; ESPINDOLA, et al., 2017, TIAGO et al., 2018).

Várias são as terapias para o controle desta dermatite e entre elas, o uso do aparelho de alta frequência, tem o efeito bactericida, fungicida e antisséptico (BRAZ et al., 2014), sendo muito utilizado na área da estética em lesões dermatológicas infectadas por bactérias e fungos. O gerador de alta frequência apresentou efeito bactericida em cultura in vitro de Staphylococcus aureus quando aplicado com uma frequência de 5 vezes por semana, por 15 minutos diários (MARTINS et al., 2012).

O aparelho de alta frequência promove ação biocida de forma eficaz, uma vez que gera ozônio, gás que como ação primária, penetra na parede celular do micro-organismo, pois oxida glicopeptídeos, glicoproteínas e aminoácidos, causando lise e assim se se deslocando para o interior da célula. Uma vez em meio intracelular, o ozônio se liga a elementos citoplasmáticos, promovendo a oxidação de aminoácidos e ácidos nucléicos, acarretando a clivagem e morte celular (SILVA et al., 2011). Quando comparado a outros agentes oxidantes, o ozônio se destaca pelo elevado potencial de oxidação e em função desta ação é utilizado na inativação de micro-organismos em vários tipos de amostras como alimentos, efluentes e água (GUADAGNINI et al., 2013; COELHO et al., 2015; SILVA e DANIEL, 2015; NAKADA et al., 2017).

Outro método terapêutico utilizado para controle de patogenias é o uso de óleo essencial, que possuem diferentes atividades biológicas entre elas a ação bactericida e fungicida (CIRINO, 2014) e Malassezia spp. mostra-se sensível a diferentes óleos essenciais como Cymbopogon citratus (capim limão) (CARMO et al., 2012) e Origanum vulgare (orégano) (SANTIN et al., 2014).

O óleo de melaleuca é oriundo da planta Melaleuca alternifolia e tem função antisséptica, bactericida e fungicida, sendo muito empregado em produtos cosméticos e área de saúde em função de sua ação biocida (OLIVEIRA et al., 2011; MARTINS et al., 2015; SILVA, 2018). Diante de resultados apresentados por pesquisadores, o uso de ozonioterapia e de óleos essenciais na aromaterapia foram incorporadas como novas práticas na Política Nacional de Práticas Integrativas e Complementares (PNPIC) (BRASIL, 2018).

Em função da espécie M. furfur se frequentemente associada a dermatites no ser humano e dos bons resultados de ação fungicida do uso de alta frequência e dos óleos essenciais, é de extrema importância avaliar a ação destes tratamentos sobre esta espécie de fungo.

O objetivo deste estudo foi avaliar a ação da alta frequênica e do óleo de Melaleuca alternifólia no controle de culturas celulares do fundo Malassezia furfur.

Resultados e Discussões: Óleo de Melaleuca, Alta Frequência e Malassezia

Como M. furfur é um fungo dimórfico, após a transferência de parte da colônia para as placas de meio de cultivo foram observadas as leveduras após 4 dias de incubação e, após 7 dias observou-se a forma filamentosa (Fig.1).

Óleo de melaleuca e alta frequência combatem fungo malassezia furfur.

Figura 1. M. furfur na forma filamentosa em placa de Petri com meio Sabouraud Dextrose Agar acrescido com 0,2 ml de ácido oleico, após incubação por 7 dias.

Para a realização dos tratamentos, novas placas foram semeadas, incubadas e observadas quanto ao crescimento. Quando o fungo se apresentou na forma de filamentos, os tratamentos foram realizados.

Nas placas do GC, foram observados leveduras e filamentos de M. furfur, após a incubação por 24 e 48 horas, respectivamente, confirmando mais uma vez a viabilidade do meio e da cultura fúngica (Fig. 2).

Óleo de melaleuca e alta frequência combatem fungo malassezia furfur.

Figura 2. M. furfur na forma filamentosa em placa de Petri com meio Sabouraud Dextrose Agar acrescido com 0,2 ml de ácido oleico do grupo controle (GC).

As placas com M. furfur do GAF, apresentaram crescimento do fungo até a forma filamentosa o que ocorreu após 48 horas de incubação, porém, quando comparada com o GC, suas hifas – filamentos – mostraram-se muito menores (Fig.3).

Óleo de melaleuca e alta frequência combatem fungo malassezia furfur.

Figura 3. M. furfur na forma filamentosa em placa de Petri com meio Sabouraud Dextrose Agar acrescido com 0,2 ml de ácido oleico do grupo que recebeu o tratamento de alta frequência (GAF).

Já a colônia de M. furfur que foram transferidas para placas contendo (GTO) o óleo, apresentou apenas a forma de levedura, 48 horas após incubação e, mais uma vez, quando comparado ao GC, a formação de colônias foi visivelmente em menor número e com células visivelmente menores.

Óleo de melaleuca e alta frequência combatem fungo malassezia furfur.

Figura 4. M. furfur na forma filamentosa em placa de Petri com meio Sabouraud Dextrose Agar acrescido com 0,2 ml de ácido oleico do grupo que recebeu o tratamento do óleo (GTO).

O equipamento de alta frequência é amplamente utilizado em função de seu baixo custo, fácil manuseio e versatilidade, sendo utilizado em muitos procedimentos da área de estética, como controle de lesões cutâneas, tratamento capilar e, em procedimentos pós extração, isso em função de possuir efeito cicatrizante, anti-inflamatório, bactericida e fungicida. Porém, são escassos os estudos que avaliam a ação do equipamento de alta frequência sobre os diferentes grupos taxonômicos de micro-organismos (OLIVEIRA, 2011, MARTINS et al., 2012, GAO et al., 2014).

Culturas de Staphylococcus aureus tiveram seu desenvolvimento reduzido quando aplicado o equipamento de alta frequência 5 vezes por semana por 15 minutos diários (MARTINS et al., 2012). A ação deste equipamento impediu também o crescimento do fungo Candida tropicalis em culturas de laboratório (HIGA et al., 2012)

Braz et al. (2014) avaliou a aplicação por 3 minutos de alta frequência com sobre Malassezia spp. e obteve redução do crescimento do fungo em 85% das placas, confirmando o efeito redutor no crescimento deste micro organismo.

Os resultados obtidos neste estudo, inicialmente corroboram com os trabalhos disponíveis na literatura, pois a aplicação da alta frequência reduziu também o crescimento de M. furfur após a aplicação.

De uma maneira geral, as plantas possuem substâncias com ação tóxica como forma de proteção contra seus agentes patogênicos (parasitários ou não), assim a variedade de plantas de onde óleos essenciais pode ser extraída é vasta, tais como: Rosmarinus officinalis (alecrim), Eucalytus globulus (eucalipto), Mentha spicata (menta), Origanum vulgari (orégano), Syzygium aromaticum (cravo-da-Índia) e M. alternifólia entre outros (CIRINO, 2014). Em função disto, estas substâncias são muito utilizadas na área da saúde. O óleo essencial de O. vulgari (orégano) apresentou efeito sobre M. pachydermatis espécie envolvida em dermatites de animais domésticos (SANTIN et al., 2014). O óleo essencial de S. aromaticum (cravo-da-Índia) conta com uma ampla variedade de ação, incluindo além da ação bactericida e fungicida, ação parasitária e inseticida (AFFONSO et al., 2012).

É bem estabelecida a ação do óleo de melaleuca sobre lesões de pele, como a acne, pois o óleo tem ação bactericida sobre Propionibacterium acnes (bactéria envolvida nesta lesão), além de ação anti-inflamatória (BACCOLI et al., 2015) e por isso avaliado para uso em tratamentos estéticos faciais (RONCHI et al., 2018).

Um xampu com uma concentração de 5% do óleo de M. alternifólia mostrouse eficiente no controle de dermatites causadas pelo fungo M. furfur (SATCHELL et al., 2002). No presente trabalho, a aplicação do óleo de melaleuca nas placas de Petri, impediu o desenvolvimento da fase filamentosa de M. furfur e, interferiu no tamanho celular das leveduras observadas, corroborando com os resultados da ação fungicida do óleo.

Os resultados neste estudo indicam maior ação do óleo de M. alternifólia no crescimento de M. furfur quando comparado com a aplicação de 2 ciclos do equipamento de alta frequência. O óleo impediu o crescimento do fungo na fase de filamentosa e, as células desenvolvidas eram menores quando comparada com as células obtidas pelos fungos das placas controle.

Já a aplicação de ciclos equipamento de alta frequência (55 Hz) permitiu o crescimento de M. furfur até a fase filamentosa, porém, células da fase de levedura e os filamentos, eram também menores quando comparada com as células obtidas pelos fungos das placas controle.

Considerações Finais

Embora haja a necessidade da continuação da pesquisa para confirmar resultados obtidos neste estudo, estes mostraram que os tratamentos propostos (equipamento de alta frequência e óleo de melaleuca) afetaram o crescimento de M. furfur, sendo que o óleo de M. alternafolia mostrou-se mais eficiente no controle do crescimento.


Referências:

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Doutora Erica Bighetti, autora do Blog Grandha.

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Kit Tioglcolato de AMP Grandha

Patente do Tioglicolato de AMP é Oficializada pelo INPI

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Patente do Tioglicolato de AMP

A patente do ativo exclusivo da Grandha, Tioglicolato de AMP foi finalmente oficializada pelo INPE – Instituto Nacional da Propriedade Industrial, quase 7 anos após a entrada, em 5 de julho de 2013.

O Tioglicolato de AMP foi desenvolvido pelo diretor técnico da Grandha, Celso Martins Junior, juntamente com a equipe de Pesquisa e Desenvolvimento da Grandha e da Melk Cosméticos, ambas empresas do Grupo Mart’bel.

Os estudos, iniciados em 2011, conduziram à criação de um ativo capaz de transformar quimicamente a fibra capilar prejudicada por sucessivas aplicações de escovas progressivas ácidas ilegais.

Carta Patente do INPE

República Federativa do Brasil
Ministério da Economia
Instituto Nacional da Propriedade Industrial

Carta Patente N° BR 102012017342-8

O Instituto Nacional da Propriedade Industrial concede a presente Patente de Invenção, que outorga ao seu titular a propriedade da invenção caracterizada neste título, em todo o território nacional, garantindo os direitos dela decorrentes, previstos na legislação em vigor.

(21) Número do Depósito: BR 102012017342-8

(22) Data do Depósito: 05/07/2013

(43) Data de Publicação Nacional: 26/08/2014

(51)Classificação Internacional: A61K 8/37; A61K 8/34; A61K 8/36; A61K 8/41; A61K 8/46; A61Q 5/04;

(54) Título: Composto químico útil para redução progressiva do volume de cabelos, processo de obtenção de composto químico útil para redução progressiva do volume dos cabelos, formulação de produto redutor de volume para os cabelos e método de redução progressiva do volume dos cabelos.

(73) Titular: BRUNO FELIPE MARTINS – ME, Microempresa assim definida em lei. Endereço: RUA UBATUBA, 52, PARQUE LAGUNA, Taboão da Serra, SP, BRASIL (BR), 06795-020, Brasileira.

(72) Inventor: CELSO MARTINS JUNIOR

Prazo de Validade: 20 (vinte) anos contados a partir de 05/07/2013, observadas as condições legais.

Expedida em: 17/03/2020

Assinado digitalmente por:
Liane Elizabeth Caldeira Lage
Diretora de Patentes, Programas de Computador e Topografias de Circuitos Integrados


Carta Patente do Tioglicolato de AMP Grandha.

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