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Por que todo óleo ozonizado de girassol tem cheiro ruim?

Por Que Todo Óleo Ozonizado Tem Cheiro Ruim?

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Por que todo óleo ozonizado tem cheiro ruim?

Em bate-papo descontraído da diretoria da Grandha, o Diretor Técnico Celso Martins Junior explicou como é possível que a Grandha reverta uma realidade do mercado de óleos ozonizados em todo o mundo: diferentemente de todos os outros óleo ozonizados, o óleo ozonizado Fitozon de Grandha não tem cheiro desagradável de óleo de cozinha e ainda é capaz, de forma inédita, de integrar um blend com outros óleos vegetais e essenciais preservados.

Como tudo aquilo que ganha notoriedade pública, a questão da ozonização dos óleos vegetais é cercada de mitos e meias verdades. Por isso, nesta conversa – que está transcrita abaixo do vídeo –, Celso falou sobre algumas falsas impressões de consumidores em relação a esta tecnologia. Confira!

Transcrição: Por que todo óleo ozonizado tem cheiro ruim?

Bruno Martins, Diretor Financeiro:
Por que os outros não resolvem isso? Vai afetar a qualidade do óleo? Se eu colocar uma essência, vou perder alguma propriedade [do óleo ozonizado]? Por que os outros não colocam e nós vamos colocar? Qual é a dificuldade nisto?

Celso Martins Junior, Diretor Técnico:
Alguns acreditam que não dá. Esta é a primeira questão. E em todo este estudo, nós catalogamos mais de 100 estudos e refinamos aproximadamente 70 estudos que, de fato, serviram ao processo de construção do projeto Fitozon. E nestes estudos, a gente entendeu como dá [para criar um blend de óleo ozonizado com óleos vegetais e essenciais preservados], qual é o critério para fazer funcionar, e a gente também acabou fazendo uso de toda nossa experiência e conhecimento técnico na parte de fitoterapia e aromaterapia.


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Óleo de jojoba tem alto poder hidratante.

Óleo de Jojoba: Por Que Adicioná-lo Nos Cuidados Diários do Seu Cabelo

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O Que é Óleo de Jojoba?

O óleo de jojoba é, na verdade, uma cera extraída das sementes da planta de jojoba, um arbusto nativo de áreas desérticas da América do Norte. Ela cresce especialmente nos Estados Unidos (Arizona e sul da Califórnia) e no México.

O óleo de jojoba começou a ser adicionado a cosméticos e alimentos na década de 1970. É incrivelmente versátil e sua aplicação é bastante flexível. Um de seus propósitos mais populares é para cosméticos. É encontrado em uma variedade de produtos para cabelo, pele e unhas.

Óleo de Jojoba Para os Cabelos

Óleo de jojoba Grandha.

Óleo de Jojoba Grandha.

O óleo de jojoba tem composição oleosa, por isso pode ser usado como hidratante. Ele também pode ser adicionado a condicionadores de cabelo para fornecer proteção adicional contra ressecamento, quebra e pontas duplas.

O óleo também pode hidratar o couro cabeludo e pode ser um remédio para a caspa. A jojoba é rica em vitaminas e minerais que nutrem o cabelo, incluindo vitamina C, vitaminas B, vitamina E, cobre e zinco.

Por fortalecer o cabelo, há alguns estudos que sugerem a possibilidade de que o óleo de jojoba possa prevenir a queda de cabelo e aumentar a espessura do cabelo. A ideia por trás disso é que o óleo hidrata os folículos capilares, o que evita o ressecamento que leva à queda de cabelo.

Estudos Sobre o Óleo de Jojoba

Existem muitas reivindicações em torno do óleo de jojoba e o que ele pode fazer pelos cabelos. Alguns são precisos e apoiados por pesquisas, enquanto outros ainda precisam de maior suporte de evidências. O uso do óleo de jojoba como um hidratante para cabelo e pele é seu principal benefício, com recentes revisões dermatológicas confirmando isso.

Também pode ser útil no tratamento de caspa, couro cabeludo seco e coceira no couro cabeludo, além de ser usado como anti-inflamatório e hidratante para a pele. A reputação do óleo como estimulante direto do crescimento do cabelo, por outro lado, não é apoiada por pesquisas – até o momento, pelo menos. Um estudo recente da Trust Source, que testou o óleo de jojoba para o crescimento do cabelo, descobriu que ele era menos eficaz do que outros ativos já utilizados no mercado.

Por esse motivo, o óleo de jojoba não deve ser considerado uma terapia para calvície, alopecia androgenética ou outros distúrbios de queda de cabelo. Ainda assim, pode ser um ótimo produto para promover cabelos fortes, sedosos e brilhantes.

Semente de jojoba.

Semente da jojoba, de onde é extraído o óleo.

Como Usar?

Existem várias maneiras de adicionar óleo de jojoba à sua rotina de cuidados com os cabelos. A que mais recomendamos é aplicação direta:

  • Use cerca de 1 colher de sopa para cabelos curtos e 2 colheres de sopa para cabelos mais longos. Aqueça o óleo com o próprio movimento de atrito das mãos e aplique-o no cabelo acima do couro cabeludo e uniformemente nas pontas. Deixe agir por cerca de 20 minutos e depois lave, condicione e enxágue.

Evite a aplicação direta no couro cabeludo para evitar poros obstruídos. Se aplicar para couro cabeludo seco ou caspa, adicione muito pouco diretamente na pele.

Conclusão

O óleo de jojoba pode ser um ótimo complemento para os seus cuidados diários com os cabelos. Potencializa o ato de condicionar os cabelos, deixando-os com maior resistência, brilho e maleabilidade.

Como dito anteriormente, o uso do óleo de jojoba para o crescimento do cabelo ou prevenção da queda capilar ainda é contestado. Por outro lado, o óleo de jojoba é muito útil no tratamento de problemas de couro cabeludo seco e com distúrbios de oleosidade, além da caspa. Também é rico em vitaminas e minerais que nutrem o cabelo ao longo do tempo.

O óleo de jojoba é bastante seguro. É sempre aconselhável consultar a opinião de seu médico antes, mas o fato é que os casos de alergia são muito raros e, geralmente, manifestam-se após um uso excessivo do óleo.


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Groselha Negra in natura.

Grandha Lança o Óleo Vegetal de Groselha Negra

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Sobre a Groselha Negra

A Groselha Negra é originária da Europa Central e Ocidental, largamente produzida e cultivada no sul da Alemanha. Facilmente distinguida em todas as estações pelo forte perfume de seus botões e folhas.

Obtido por processo de prensagem à frio, o Óleo Vegetal de Groselha Negra é uma fonte riquíssima de Vitamina C e concentra em sua composição, dois importantes ácidos graxos; o ácido gama-linolênico (GLA) e o ácido estearidônico (STD), componentes metabólicos essenciais para a pele e para o organismo.

A Groselha Negra ainda possui grandes quantidades de antocianinas – um tipo de antioxidante – e uma ampla atividade anti-inflamatória. Sua composição graxa oferece potencial regenerativo e protetor da pele, com aplicações comprovadas de benefícios ao sistema imunológico e suavização do desconforto relacionado ao ciclo menstrual.

A Groselha Negra possui grandes quantidades de antocianinas e uma ampla atividade anti-inflamatória.

A Groselha Negra possui grandes quantidades de antocianinas e uma ampla atividade anti-inflamatória.

Ao ser metabolizado pela enzima delta-6-desaturase, o ácido linolêico transforma-se em AGL e depois pela ação da enzima elongase, transforma-se em ácido dihomo gama linolênico (ADGL), que produz mediadores anti-inflamatórios (PGE1 e LTE3). Contudo, por circunstâncias variadas – hábitos alimentares, níveis de estresse, questões genéticas, patologias específicas já instaladas e o próprio processo de envelhecimento –, possuem um bloqueio metabólico que impede a produção de AGL. Isso favorece o surgimento de uma série de problemas, como; síndrome pré-menstrual, diabetes, doenças de pele, etc.

A aplicação tópica do óleo vegetal de groselha negra apresenta ampla efetividade no combate de processos inflamatórios como dermatites atópicas (eczema), de vários graus, descamações e lesões vermelhas pruriginosas na pele.

No cenário da tricologia e da terapia capilar, o Óleo Vegetal de Groselha Negra é um importante contribuinte para o processo de inibição da 5-alfa-redutase, que age convertendo a testosterona em di-hidrotestosterona (DHT) e destaca-se como carreador auxiliar de alto desempenho nas sinergias de óleos vegetais e essenciais para o combate da alopecia androgenética, potencializando resultados dos tratamentos para o afinamento capilar.

Estudos também indicam a aplicação do óleo vegetal de groselha negra em peles de diabéticos, visto que estes também possuem deficiência na síntese de AGL.


Referências:
[1] Varma PK. Protection against ethanol-induced embryonic damage by administering gamma-linolenic and linoleic acids.Prostaglandins Leukot Med. 1982 Jun;8(6):641-5.
[2] Ziboh VA. Metabolism of polyunsaturated fatty acids by skin epidermal enzymes: generation of anti-inflammatory and antiproliferative metabolites. Am J Clin Nutr 2000; 71(Suppl):361-6S
[3] Manku MS. Essential fatty acids in the plasma phospholipids of patients with atopic eczema. Br J Dermatol 1984; 110(6):643-8
[4] Horrobin DF. Fatty acid metabolism in health and disease: the role of delta-6-desaturase. Am J Clin Nutr 1993; 57(Suppl):732S-7S
[5] Horrobin DF. Essential fatty acid metabolism and its modification in atopic eczema. Am J Clin Nutr 2000; 71(Suppl): 367S-72S
[6] Head RJ.Prevention of nerve conduction deficit in diabetic rats by polyunsaturated fatty acids. Am J Clin Nutr. 2000 Jan;71(1 Suppl):386S-92S.
[7] Cheung KL. Management of cyclical mastalgia in oriental women: pioneer experience of using gamalenic acid (Efamast) in Asia. Aus NZ J Surg 1999; 69(7):492-4
[8] Pain JA, Cahill CJ. Management of cyclical mastalgia. Br J Clin Pract 1990; 44(11):454-6
[9] Budeiri D, Li Wan Po A, Dornan JC. Is evening primrose oil a value in the treatment of premenstrual syndrome? Control Clin Trials 1996; 17(1):60-8


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