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Laser de baixa potência no tratamento de alopecia e calvície, no couro cabeludo.

Terapia Capilar a Laser Recupera Cabelos e Combate Calvície e Alopecia

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Laser de Baixa Potência na Terapia Capilar

A presença do laser de baixa potência no cenário da terapia capilar está cada vez mais ascendente e tem se solidificado em nosso país, onde já somos referência, seja pelo desenvolvimento de novos produtos cosmecêuticos, seja pelo foco educacional que a Grandha e a ABT têm trabalhado no Brasil.

Junto a este cenário surge também diversas opções para os tratamentos de recuperação dos cabelos. Muitas das opções provêm da estética, como é o caso do laser de baixa potência. Este tipo de equipamento já é amplamente utilizado em outras áreas como odontologia, fisioterapia e enfermagem. Agora, seu uso se consolida também na tricologia.

O Aparelho de Laser de Baixa Potência

Na terapia capilar, o laser tem se mostrado uma excelente opção na recuperação dos cabelos, principalmente por aumentar a energia celular e possibilitar maior síntese de mitose. Todavia, seu uso correto e associado ao cosmético ideal é fundamental para a obtenção de bons resultados. Ainda vemos profissionais com muitas dúvidas e utilizando este aparelho sem o devido treinamento, o que pode comprometer não somente os resultados, mas também a saúde dos clientes.

O laser gera energia – medida em Joules. Alguns artigos recomendam o uso de 2 a 4 Joules para recuperação capilar e alguns estudos recentes apontam os benefícios de doses maiores. É importante se atentar à potência do aparelho de laser, pois nem todos atingem o mesmo valor máximo em Joules. Os aparelhos certificados pela Anvisa possuem 100 mW de potência e atingem 1 Joule a cada 10 segundos. Já aparelhos de pouca eficiência podem demorar muito para alcançar os Joules, comprometendo o resultado.

O Cosmético Precisa Ser Escolhido Com Cuidado

Outro item importante para este tipo de tratamento é a escolha de um bom cosmético. Um produto ideal para ser utilizado com o laser de baixa potência é o Urbano Spa Black, pois seus ativos complementam a ação do tratamento. Em primeiro lugar, é necessária a utilização do Black Pearl Shampoo por duas vezes, para higienizar o couro. Depois, aplica-se o Coacervado Ultra Resist nos fios, massageando-os.

Urbano Spa Black associado ao processo de Microagulhamento. Grandha.

O kit Urbano Spa Black possui fatores de crescimento.

Após o enxágue completo, é preciso secar o couro cabeludo – nunca use laser em couro cabeludo molhado. Neste momento, sim, realiza-se a aplicação apenas nos locais a serem tratados. Após o uso, segue-se ao Magma Power, rico em fatores de crescimento. Lembramos que este produto terá melhor desempenho se aplicado após, e não antes do laser.

Recomendação importante

Sempre use óculos de proteção, não utilize sobre gestantes, não aplique sobre óleos essenciais. Todos estes pontos e a correta certificação para uso do laser você pode estudar no curso FBTC da Academia Brasileira de Tricologia.


Referência:
[1] LOW‐LEVEL LASER (LIGHT) THERAPY (LLLT) FOR TREATMENT OF HAIR LOSS (HAMBLIN, 2013).
[2] MECHANISMS OF LASER-INDUCED HAIR REGROWTH ( HAMBLIN, 2006).


Leandro Ferreira é membro da Equipe Técnica Grandha, graduado em terapia capilar, pós-graduado em tricologia, pós-graduando em biofotônica e coordenador do salão Mix Mania Cabeleireiros em Campinas, SP.

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Thony Castro sobre reflexologia podal e seus detalhes.

O que é Reflexologia Podal? Saiba Tudo Sobre Esta Técnica Milenar

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Origens da Reflexologia Podal

A reflexologia podal é uma técnica manual terapêutica em que a pressão ou deslizamento em determinados pontos nos pés, podem promover alívio das tensões no cuidado de pessoas, com intuito de ajuda-las no tratamento de suas disfunções, através da sua ação reflexa.

Não se sabe ao certo em que momento iniciou-se a prática da reflexologia. Há quem diga que suas origens remontam a 5000 a.C., na China Antiga. No entanto, achados arqueológicos que datam de 2500 a.C. em Saqqaral, no Egito, na tumba de Ankmahorum médico egípcio, parecem já documentar esta antiga técnica terapêutica manual.

Em meu entender, uma das grandes joias desta descoberta é que neste pictograma com imagens que remetem ao terapeuta massageando os pés e mãos, encontra-se os dizeres que sugerem a conversa entre terapeuta e cliente:

– Por favor não me machuque.

– Agirei de forma a me elogiar.

Thony Castro sobre reflexologia podal e seus detalhes.

Reflexologia Podal: longa tradição de aplicação para relaxamento e alívio de dores.

Ao me projetar para esta cena, acho sugestivo que a pressão exercida nestes pontos de tensão eram suficientes para gerar uma percepção a quem recebia a aplicação da técnica, mas, na sequência, o terapeuta – vou chamá-lo assim – enfatiza que só entregará a quem está sendo cuidado aquilo que ele está disposto a receber.

Reflexologia Podal Integra Uma Longa Tradição de Cuidados

Alguns estudiosos das manobras manuais terapêuticas e suas aplicabilidades, tanto nos cuidados de disfunções que envolvem esferas físicas ou emocionais, influenciaram na forma como estas técnicas são empregadas atualmente. Huang Ti Nei Ching – 1800 a.C. – descreveu práticas manuais com a finalidade de tratar e prevenir doenças ao promover o equilíbrio da energia vital.

Hipócrates, considerado o maior médico da antiguidade, em 400 a.C. tratava doenças com fricção e maceração de ervas medicinais. Per Herink Ling (1776–1839), um médico sueco que instituiu a Massagem Sueca e a Educação Física Moderna, aperfeiçoou técnicas antigas e tratou tensões musculares, promovendo melhora respiratória e observando a atuação desta técnica sobre o sistema nervoso vegetativo.

Uma das mais importantes descobertas foi a do americano Dr. William Fitzgerald (1872-1942), que através dos estudos sobre as técnicas utilizadas por índios e muitas pesquisas na Europa, conseguiu organizar o conhecimento acerca de como técnicas manuais terapêuticas poderiam ajudar no alívio das dores de pequenas cirurgias. Ele utilizava prendedores de roupa na ponta dos dedos para gerar efeitos anestésicos em regiões distantes do local dos pontos de pressão. Este primeiros experimentos resultaram na descoberta da chamada “Terapia Zonal”.

Metodologias Atuais

Atualmente, utiliza-se principalmente dois métodos distintos:

Método Rwo Shur

O Método Rwo Shur, desenvolvido pelo Padre Joseph Eugster em Taiwan, com pontos de pressão mais incisiva e um tanto quanto doloroso, gerando mais revitalização.

Método de Compressão Ingham

O Método de Compressão Ingham, desenvolvido por Eunice Inghan em 1930, nos Estados Unidos, com deslizamento e menos dor, promovendo mais relaxamento.

Compreensão da Utilidade da Reflexologia no Cotidiano

A homeostase – um ponto de equilíbrio fisiológico – do organismo é favorecida pelo forma como a energia vital mantém, ou não, o seu ritmo. A falta de equilíbrio destas energias pode se manifestar em disfunções corporais ou até mesmo em inconstância no sistema nervoso simpático, como por exemplo: aumento de sudorese, aumento do ritmo cardíaco, alterações da pressão arterial, etc.

É muito comum que estes desequilíbrios manifestem-se através de alterações emocionais, tanto na oscilação de humor, quanto causando inquietação, medo e raiva. As manobras manuais terapêuticas da reflexologia podal trabalham os pontos de reflexos corporais do “mapa zonal”, localizados nas seguintes regiões: plantar (sola dos pés), medial (interna dos pés), lateral (externa dos pés) e dorsal (de cima dos pés).

Ao realizar uma análise profissional, o reflexo-terapeuta identificará pontos dolorosos de tensões e sua correlação com o estado geral de saúde. Em seguida, desenvolverá trabalhos direcionados a desfazer estas tensões restabelecendo estes pontos. Buscar formação para saber localizar pontos de tensão – “cristais” – e ter conhecimento sobre a inter-relação com os sistemas corporais em esferas físicas e emocionais é fundamental para a prática da reflexologia podal, especialmente quando a técnica manual é acompanhada de produtos específicos para massagens terapêuticas.


Tony Castro é educador Técnico Grandha, formado em Terapia Capilar pela Academia Brasileira de Tricologia e em Terapias BC pela Ask Education, atua há mais de 20 anos como profissional da beleza.

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Fruto da rosa mosqueta fornece óleo vegetal.

Rosa Mosqueta: Uma Análise Científica do Óleo Vegetal e sua Aplicação

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O que é Rosa Mosqueta?

Rosa Mosqueta – Rosa aff rubiginosa ou Rosa canina L. – é uma espécie vegetal selvagem originária da Europa central e oriental. Cresce espontaneamente também na região sul do Chile.
Conhecida como rosa selvagem, rosa silvestre, rosa canina, rosa primitiva. Hunds-rose (alemão), rosa canina (espanhol), églantine (francês), wild rose (inglês), rosa selvatica (italiano), rosae (latim).

Rosa Mosqueta e Suas Propriedades

Muitas pesquisas realizadas no Brasil constataram as efetividades farmacológicas e terapêuticas do Óleo de Rosa Mosqueta, com destaque à dissertação de mestrado de Santos (2016). O óleo extraído das sementes é empregado na indústria alimentícia e cosmética por suas características organolépticas e sua composição rica em ácidos graxos essenciais. No comércio brasileiro, atualmente o Óleo de Rosa Mosqueta é encontrado em produtos registrados como cosméticos e alimentos na forma de cápsulas, solução oleosa ou emulsões.

De sua semente é possível extrair um óleo que possui altas concentrações de polifenóis, carotenoides, ácido ascórbico – vitamina C –, ácidos graxos insaturados – linoleico, linolênico e oleico – e, em menor proporção, ácidos graxos saturados – palmítico, palmitoleico, esteárico, láurico, mirístico e behênico. Apresenta o ácido transretinoico ou tretinoína natural com proporções variando entre 0,01 a 0,1 % e também os ácidos graxos insaturados araquidônicos e gadoleico.

Óleo de Rosa Mosqueta Grandha. Óleo Vegetal para uso na pele e cabelos.

Óleo Vegetal de Rosa Mosqueta da linha Alkymia di Grandha.

Possibilidades de Aplicação

Os ácidos graxos insaturados e o ácido trans-retinóico são os compostos relatados como responsáveis pela manutenção da integridade e regeneração cutânea. Parte dos fosfolipídios das membranas celulares são formados pelos ácidos graxos insaturados. Estes fosfolipídios intervêm no processo de fosforilação, na mitose, organização celular e nos intercâmbios iônicos. Isso confere ao Óleo de Rosa Mosqueta um alto potencial no tratamento de feridas e cicatrização tecidual.

O ácido trans-retinóico – vitamina A – tem como função regular a proliferação, diferenciação e queratinização das células dérmicas, ativando a mitose celular e estimulando a produção de matriz extracelular pelos fibroblastos da derme. Este processo resulta em maior deposição de colágeno e aumento da vascularização, tornando a pele mais espessa e resistente.

Os produtos dermatológicos que contêm este óleo podem ser indicados para tratar ativamente ocorrências da pele, tais como cicatrizes cirúrgicas e quelóides, marcas recentes ou antigas de queimaduras e de acne, prevenção e tratamento de estrias, rugas, linhas de expressão e de envelhecimento, pele ressecada ou descamando e manchas na pele.

No contexto da tricologia e da terapia capilar, o Óleo de Rosa Mosqueta tem sido utilizado como óleo vegetal carreador para os tratamentos envolvendo o uso dos óleos essenciais – aromaterapia – e ainda na composição de condicionadores, máscaras capilares e de finalizadores leave-in.


Referência:
Santos JS, Barreto LL, Kamada I. Rosa mosqueta como agente curativo potencial. Rev Cubana Enferm [Internet]. 2018. Disponível em: http://revenfermeria.sld.cu/index.php/enf/article/view/1235.


Doutora Erica Bighetti, autora do Blog Grandha.

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